sábado, 25 de outubro de 2008

Palmeiras vs. Argentinos jrs.


Eu nunca fui muito chegado no Palmeiras e sinceramente, não tenho nada contra os argentinos... Mas que o futebol que eles jogam lá é de estragar o gramado, isso não dá pra negar!

Abração a todos.

P.S: Quase ia esquecendo, se é pra torcer contra a argentina, sou palmeiras desde criança!

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Chuchu vs. Iphone


Em decorrência dos brasileiros insatisfeitos com seus novos Iphones, achei q esse "post" seria uma boa. Eu sou fã da Apple e não concordo muito com a foto, mas que ela é engraçada isso não dá pra negar.

Abração a todos.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Adeus à Richard Wright


Ao chegar da universidade hoje fiz o habitual. Deixei minha coisas no quarto, tomei um banho, comi como um cavalo e vim ver meus emails. Foi assim, meio displicentemente que eu descobri que Richard Wright, tecladista do Pink Floyd, havia morrido de câncer, aos 65 anos. Parece que foi ontem que eu o vi tocando no Live 8, dando risadas pro Roger Waters no dia em que quase acampei na frente da tv, pois não acreditava que o Pink Floyd voltaria a tocar com Waters. Despois de alguns meses de silêncio é com uma certa tristeza que resolvi voltar a escrever. É impossível para mim descrever quem foi e o quão importante foi Mr. Richard Wright, por isso, resolvi cololcar as palavras de David Gilmour : "In the welter of arguments about who or what was Pink Floyd, Rick's enormous input was frequently forgotten. He was gentle, unassuming and private but his soulful voice and playing were vital, magical components of our most recognised Pink Floyd sound." Ele foi responsável pela sutileza de albúns como Obscured by clods, Meddle, The Dark Side of Moon, Whish You Were Here, Animals e mais tarde do The Division Bell. E também por canções como Echoes, The Great Gig in the Sky, Time, Shine On Crazy Diamond. Eu sinceramente sempre achei que ele foi muito injustiçado dentro do Pink Floyd, tanto por seus próprios amigos não reconhecerem sua devida importância (acho que nem David Gilmour nem Roger Waters se davam conta disso) e por ter sido expulso do Pink Floyd por Roger Waters, ainda nas gravações do The Wall. Infelizmente, pra mim, é um buraco que se deixa na música, tendo em vista que essa banda foi uma das que mais influênciaram minha infância, adolescencia e hoje. É realmente uma pena, agora só nos resta a lembrança e o carinho por suas músicas. Encerro também com David Gilmour: "Like Rick, I don't find it easy to express my feelings in words, but I loved him and will miss him enormously." Bem, talvez pra mim não fará tanto quanto pra ele, mas fará.

domingo, 6 de julho de 2008

Legião Urbana


Depois da noite de ontem estava eu no meu quarto ouvindo música e imaginando como não tinha passado mal por ontem, até que olhei pra baixo e vi minha coleção de cds da Legião Urbana e foi engraçado porque senti uma certa nostalgia, afinal essa banda foi a melhor (na minha opinião) e a que mais soube fazer rock no Brasil. Lembro que conheci a banda ainda criança, mas passei a adora-la a partir dos albuns Quatros Estações e principalmente, o legião Urbana V. A partir disso, descobri algo que até então era desconhecido para mim, a rebeldia. A partir desse momento comecei a comprar os albúns da banda e lembro que cada vez que a minha coleção aumentava, subia também a minha revolta pela situação econômica do nosso país, mesmo sem saber direto o que aquilo realmente queria dizer. Em 1996, quando o Renato Russo morreu, eu estava na 7º série numa aula de matemática quando um amigo me disse o que havia ocorrido, na hora eu não acreditei, senti como se estivesse sem chão. Eles trouxeram algo novo pra mim, as letras mexiam comigo de uma forma que eu não sei explicar e ainda sinto isso toda vez que ouço as músicas na rádio ou por acaso. Comecei a usar roupas sujas e velhas (e acho que ainda faço isso até hoje), comecei a tocar violão, passava horas estudando as letras e me imaginando como seria estar no lugar deles, ou seja, eu os adorava. Foram de certa forma, os heróis da minha infância e adolescência e ao ouvir as músicas hoje, acho que ainda são e continuarão sendo por muito tempo.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Infância rock n' roll

O rock n' roll esteve presente na minha vida já desde de muito antes. Aos 7 anos e eu tinha certeza de que esse era o estilo musical que me fazia "sair do chão". E acreditem, tudo começou com um vinil do Pink Floyd - A collection of great dance songs de 1981, a partir daí a minha vida mudaria para sempre. Lembro também que o Led Zeppelin me levou a achar que o mundo deveria ser hard rock, tudo por causa de uma clipe em preto e branco da música Comunication Breakdown. Mas não poderia de citar uma das bandas que mais me influenciou, tanto no estilo quanto nas letras, e que me fez até fazer uma banda na minha adolescência que foi a Legião Urbana. Em 1991 eu simplesmente tinha o álbum Legião Urbana V como um dos melhores feitos até aquela época, e se tratando de rock brasileiro, acho que não me enganei. Mas foi o clipe de tempo perdido que me chamou atenção para a banda. Por isso, com um certo empurrãozinho da Rafa, do 1 de nós 2, resolvi postar os 3 clipes que me marcaram e foram os principais responsáveis pela minha paixão pelo rock n' roll.

Pink Floyd com Another Brick in the Wall



Led Zeppelin com Comunication Breakdown



Legião Urbana com Tempo perdido



domingo, 1 de junho de 2008

O mundo é dos vagabundos


Esse filme é realmente fora de sério, há muito eu deveria ter comentado mas nunca fiz. Bem, nunca é tarde pra começar. Muitas vezes eu assisti só para convencer os outros da caralhosidade desta produção. No final, acabava rindo não mais das trapalhadas do "Cara", mas dos meus amigos que estavam rindo dele. Sei lá, me sentia bem com isso. O grande Lebowski é uma produção norte americana de 1998 dos irmãos Ethan e Joel Coen. Trata-se de um vagabundo que não faz nada da vida, mas que tem seu nome confundido com um milionário, cuja a mulher se endivida com muita facilidade. Por essa confusão, "O cara", como ele se auto denomina, acaba se metendo numa das mais hilárias encrencas que só se tornam realmente hilárias por ter o dedo de seu amigo Walter, um cara que acha que vive no vietnã e que não faz nada certo. O filme se desenrrola de uma forma que é impossível não se prender e não ter crises de riso nos momentos críticos dos personagens. Jeff Lebowski é um maconheiro de carteirinha, vagabundo, viciado em white russian e que não faz nada além de jogar boliche. O cara vive andando de cueca, robby e chinelo. Só aí já é o suficiente pra você ter vontade de matar o indivíduo, mas acredite, 5 minutos de filme e você esta simplesmente simpatizado com o cara. É isso aí, é um filme e tanto. Eu recomendo, portanto, não deixem de assisti-lo.

domingo, 25 de maio de 2008

Confusão


Há mais ou menos 3 anos eu tinha tudo em mente, entrar na universidade, me formar em 4 anos, fazer mestrado e arranjar um emprego legal. Descobri que talvez tenha entrado no curso errado, que talvez não vá me formar em 4 anos e que possa morrer de fome dando aula. Bem, 3 anos se passaram e agora não só a minha cabeça, mas minha vida está mais confusa que antes. As vezes tenho a impressão que tudo está dando certo, mas alguns dias depois e tudo errado! Neste final de semana cheguei a conclusão de que não sei realmente nada." O que eu quero? de quem eu gosto? e do que eu gosto?" são perguntas que estão martelando a minha cabeça e me tirando o sono. Sempre achei que tivesse as respostas, na ponta da língua, para cada uma delas, mas nos últimos meses essas perguntas começaram a pesar mais do que nunca e infelizmente descobri que as respostas fogem da minha compreensão. Pelo menos sei que gosto de boa música, de sair dançar e tomar um "drink", dar muita risada e me aventurar. Descobri que nem sempre dou valor pra razão e para as pessoas que se importam comigo, que um amigo pode ser mais que um simples amigo e que eu sou muito diferente do que eu imaginava ser.